Menino da Lua - Blog do Xico Cruz
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Poesia

Meu olho que não vê

 

Estrelas vagando em minha cabeça

Sinos, chocalhos, tambores é meu coração!

As árvores caladas, as ruas vazias e os olhos, ôh meus olhos, meus tristes olhos.

Onde está você?

Onde?

Não te vejo pelas ruas

Não te tenho sobre as árvores.

E os olhos? Ôh meus olhos, cansados olhos.



Escrito por Xico Cruz às 11h34
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Poesia

Teu Corpo

 

Gosto do teu corpo nu

Sempre por baixo do meu,

O peso que dar força e todas as camadas suando.

Os olhos fixados

A boca entre aberta

As palavras reduzidas.

Vejo as cores variadas do teu corpo

Cada canto é uma cor diferente

Minha língua faz o trajeto e a boca nada diz, ela simplesmente assume o controle.



Escrito por Xico Cruz às 11h23
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Escrito por Xico Cruz às 10h58
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há muito tempo conheço essa musica,
mas hoje quando ouvi
meus olhos ... lágrimas.

O Canto de Dona Sinhá

Maria Bethânia

Composição: Vanessa da Mata

A manhã chega, chega, chega
Por onde anda você?
Foi pra bem longe
Pra nunca mais me ver
Mas onde anda
Onde anda você?
Olho a estrada e às vezes
A manhã me vê chegar
Vive a me buscar
Todos os dias
Mas sei por onde anda
Vive a me buscar
Nos lírios, cachoeiras
Nas correntezas do Garça
No verde da aroeira
No canto de Dona Sinhá
Mas sei por onde anda
Vive a me buscar
No ipê-amarelo da serra
Em tudo você está
Na flor de laranjeira
Em toda beleza que há



Escrito por Xico Cruz às 10h55
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 Domingo em casa.

 

Como esquecer os momentos insanos de amor total,

aqueles que vivemos em nossa casinha de barro?

eram todos os domingos floridos, coloridos...

as tardes eu nem sonhava

tinha a realidade bem aos meus braços,

era você, musa dos encantos colaterais.

a minha casa de barro ainda resiste ao tempo

ela eternizou minhas agonias e êxtases

tudo por conta do teu cheiro.

sentia você fervilhar meu corpo feito urtiga

eu me jogava nas águas do teu gozo para me refrescar.

vejo nas paredes todos as manchas das tuas costas

e olho a sombra minha

indo bem devagar por traz de você



Escrito por Xico Cruz às 10h31
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Poeminha Bobo

Quando você chega perto de mim
tudo pulsa
tudo pula
tudo palma
tudo permeia
tudo pondera
tudo p...
tudo porta retrato com eu e você.



Escrito por Xico Cruz às 17h11
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"O acaso é amigo do meu coração,
quando falo comigo,
quando sei ouvir"    Lor Hermanos

tô com essa frase em minha cabeça a horas!



Escrito por Xico Cruz às 16h56
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Anita Furacão

Nasci desmantelado
mas nasci pra te amá
querendo teu fogo artu
Teu braseiro pra pisar
vivendo no pé de cana
chupando do teu mingá
morena tu arregala
teus zóio quem nem o mar
tua fulô é bem cherosa
eu to loco pra provar
minhas venta num tem vergonha
e uma coisa vou falar
sou homi pra casamento
sou cabra que tem pudor
nasci cum coração froxo
nasci pra te dar amor

Te vejo toda mimosa
com jeitim de rosa fulô
passando na minha frente
infeitada que nem andor
meu coração se atrapaia
meus zóio fica em pavor
minhas perna da trimilique
e a barriga  roe de dor
corro pra dentro do mato
pra dessarrear a precisão
que só dar com tua Presença
dona Anita Furacão.



Escrito por Xico Cruz às 18h53
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Poesia

Carrossé de istrela

Teu jeitim de mi oiá
teu jeitim de me querê
trás a lua pra dibaxo
do meus pé
e carregado pela lua
vô catando as istrela
pra mode fazer um carrosé
nele nós gira
nele nós roda
nele nós ri
e girando nós se qué
e girando nós se ama
tu tontinha por mim
e eu rodadim pro ocê



Escrito por Xico Cruz às 00h52
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Escrito por Xico Cruz às 00h05
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Eu?
Eu!
Costumo ter idéias quando caminho. Caminho perambulando. Na lua.
Tenho so cabelos negros, quase nos olhos.
My name is Lua Brando, mas deveria ser Paixão.
Falo só!
Rio só! E tenho um Amor.

Tenho os olhos tristes e baixos vez enquando. Uma calmaria dentro da alma e uma ansiedade estranha, crônica!

Eu deveria estar feliz agora!



"Poesia não me dizia, ternura em mim não havia, faltava encanto na melodia..." (Vanessa da Mata)

Eu bebo, eu fumo, eu escrevo, eu choro fácil!

Ouço a mesma musica milhões de vezes!



Escrito por Xico Cruz às 00h03
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Poesia

O Tempo

 

Fico horas pensando em teu nome,

Dias desejando teu corpo,

Cada minuto me causa estranheza, perturbação motora e cardíaca,

Vejo relógios, telefones, canetas espalhadas,

Tenho os olhos fixados na parede, ponteiros, números, setas

O tempo demora quando não tenho você.



Escrito por Xico Cruz às 00h16
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"... ela tem razão quando
vem dizer que eu preciso sim de todo cuidado..."

Los Hermanos



Escrito por Xico Cruz às 19h37
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Três Meninas do Brasil



Escrito por Xico Cruz às 22h36
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Video Rita Ribeiro



Escrito por Xico Cruz às 22h30
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